quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Audiodescrição  - O que é isso?

Entrevista com Graciela Pozzobon no Programa do Jô Soares

Atriz e audiodescritora

A audiodescrição é mais um  dos recurso tecnológico que facilita a vida das pessoa com deficiência visual; participar das atividades comum  de lazer com maior autonomia e entendimento, assistir um vídeo, ir ao cinema, ouvir um programa na televisão etc... Tudo isso, pode tornar - se mais real, quando a audiodescrição das cenas for sendo narradas com riqueza de detalhes. Vejam  o episódio do Programa "Chaves". 
 

domingo, 20 de outubro de 2013

Atividade Lúdicas para aluno com deficiêcia Intelectual


Atividade lúdica para aluno com deficiência Intelectual  

“Todas as coisas que lhe rodeiam podem se

converter em  brinquedos e brincadeiras.”

(Ripoll, Martin, Cuxart) 

A criança desde que nasce, já é introduzida ao mundo mágico do faz de conta, tendo seu
 primeiro contato com as brincadeiras que seus pais realizam durante o seu desenvolvimento.
Isso acontece somente, pela vontade do homem em se divertir  e representar o mundo em que
vive.  A importância de ter uma infância cheia de brincadeiras e brinquedos para serem
manipulados é algo importante e sério, por que é no faz de conta que as crianças vão
internalizado e compreendendo a vida adulta representando papeis sociais. E isso também
acontece com a criança com deficiência intelectual, ela precisa também vivenciar esses
momentos lúdicos ,igualmente a qualquer criança.  Às vezes, essa necessidade seja até maior,
mediante a suas dificuldades de acessar alguns aspectos funcionais de sua cognição como:  a
memória, atenção, transferência de conhecimento, metacognição e motivação.
Brincadeira é coisa séria!
Por isso, o espaço escolar deve estar preparado para acrescentar no seu plano pedagógico,
vivencias  sejam com brinquedos ou jogos lúdicos dentro das propostas e conteúdos
desenvolvidos na sala de aula. Todos são contemplados, quando isso acontece, e as
aprendizagens torna- se mais prazerosa para todos.

A brincadeira lúdicas e jogos pedagógicos precisam de alguns ajustes quando vamos utilizar com o
aluno que tem deficiência intelectual, provocando no mesmo, desafio para acionar seus
mecanismos  de aprendizagens, tornando real o seu conhecimento  garantindo a sua assimilação.
Existem jogos que não necessitam de modificações, e sim, da mediação fundamental do professor
causando a reflexão ao aluno com deficiência intelectual sobre o processo que deverá percorrer
no jogo para ultrapassar o seu estado acomodativo. Fazer uso de diferentes estratégias e
possibilidades que o jogo possa oferecer ajuda ganhar confiança e acreditar no potencial
existente em cada aluno.
Escolhi  uma Jogo que pode ser realizado com qualquer aluno no espaço escolar, menos com
crianças com deficiência auditiva. 
Distinguir sons

Colocar todas as embalagens no centro da mesa cerca de 20 potinhos contendo  dentro de
cada uma  algo que provoque barulho diferentes, sendo cada 2 potinho o mesmo som, com o
mesmo  objeto ou conteúdo dentro. O primeiro  jogador deve escolher  dois potinho e
sacudir, caso consiga perceber que o som é igual e  dizer oralmente  ou através de expressões
faceais que é igual fica com o potinho e tenta achar outro som. Ganha quem encontrar mais pares
iguais dos mesmos sons.
Esse jogo trabalha a atenção, concentração, memória, percepção auditiva e a escuta musical.
Sendo bem divertido! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

domingo, 8 de setembro de 2013

Vocalizador Go - Talk


O aparelho GO TALK  é um vocalizador de voz  que permite tanto adulto como crianças com deficiência ter uma comunicação com melhor compreensão, sendo entendida por quem a ouve.  Esse aparelho faz com que a pessoa, tenha voz nos espaços no qual tem acesso, na escola, em casa, no lazer etc...

Seus recursos de alta tecnologia reproduz mensagens através do uso de suas teclas, tendo 5 níveis de gravação, a indicação do uso deste equipamento precisa ser individualizada, sendo visto as possibilidades de uso de acordo com especificidade de cada pessoas. Além disso, cada aparelho utiliza símbolos ou figuras que são disponibilizadas conforme a necessidade da pessoa que fará uso deste equipamento, sendo sua rotina diária, um dia de passeio, temas estudados na escola e assuntos que mais permeiam o seu dia. O vocalizador sinaliza os desejos e vontades, podendo realizar escolhas, e manter um dialogo com maior fluidez pela pessoa que faz uso.

O Go- talk  apresenta vários modelos deste 1 tecla até 20, às duas primeiras teclas, permitem a gravação de mensagens  principais de atividades através do uso de imagens ou símbolos pictóricos e a impressão das pranchas  modelo para este recurso em papel pode também ser realizada a partir do Software Boordmaker.

No recurso de comunicação, o vocalizador com cartões ou prancha de comunicação, o usuário realiza a seleção direta através do apontamento, seja com o dedo,  com partes diferentes do  corpo, acionadores e podendo fazer uso também de ponteira de cabeça.

Com o uso deste aparelho a pessoa pode ter uma comunicação mais  ativa socialmente, sendo compreendida e entendendo o que se passa no ambiente no qual está inserida.

Go- talk 20 teclas





domingo, 4 de agosto de 2013

AEE Fechamento


O professor do AEE tem o papel de articular ações juntamente com toda a equipe escolar, na busca do atendimento ao aluno com deficiência. Assim, cabe a ele verificar os equipamentos disponibilizados dentro da escola, vendo suas adequações a cada aluno que fizer o seu uso diário; informar a equipe de gestão educacional o que se faz necessário adquirir para atender os alunos público alvo do AEE. Além disso, pensar juntamente a essa equipe as possibilidades de diminuição das barreiras arquitetônicas e de mobiliários acionando os órgãos responsáveis por essas ações.

A sua participação nas discussões sobre o Plano Político Pedagógico, garante o atendimento dos alunos com deficiência no AEE na comunidade, no qual, a escola está inserida; informando as famílias, da importância deste trabalho no desenvolvimento do seu filho, dando o direito ao acesso a quem tiver interesse. 

Na sala multifuncional o professor do AEE deverá construir seu plano de trabalho, sendo individualizado a cada aluno, pensando em suas dificuldades e potenciais já apresentado; fazer uma parceria permanente com o professor da sala de aula, trocando informações e pensando junto, as formas necessárias ao atendimento do aluno com deficiência que ambas tenham em comum. Cabe também o professor do AEE orientar essas ações ao professor da sala de aula e também ao auxiliar, ou a qualquer pessoa que esteja neste processo de aprendizado com o aluno.

Realizar continuamente reuniões com a equipe gestora, técnica educacional, professor da sala de aula, para discutir as problemáticas que envolvem o aluno com deficiência suas dificuldades e também compartilhar os seus avanços nas suas aprendizagens. A família é um fator importante neste trabalho, e a sua parceria torna algo fundamental para as trocas frequentes de informações, sobre a rotina diária do seu filho e também sobre os  acompanhamentos clínicos e terapêuticos feitos fora da escola.  Ter contato com esses profissionais que atuam fora da escola com o aluno, possibilitam um trabalho mais completo e efetivo.

Com a coleta de todas essas informações o estudo de caso torna – se uma ferramenta essencial para organizar o trabalho inicial do professor do AEE, que juntamente com toda a equipe da escola envolvida neste estudo, definirá a trajetória do aluno na sala de recurso multifuncional, vendo sua necessidade caso não apresente diagnóstico por algum motivo... Essa decisão é coletiva, não sendo apenas do professor do AEE; por que envolve o futuro do aluno, e a família deve saber e ter consciência de todos os passos deste instrumento norteador.

O Plano do AEE contribuirá para a aprendizagem do aluno público alvo, mostrando qual o caminho a ser percorrido pelo o mesmo, direcionando como ele aprende, quais estratégia se faz necessárias para ocorrência desta aprendizagem, os objetivos a serem alcançados e os estímulos continuo a serem feitos, trabalhando sempre em sua zona de desenvolvimento proximal. Desta forma, o aluno pode se sentir seguro mostrando o que realmente sabe, avançando, ampliando suas potencialidades antes não enxergadas por quem o vê. É neste plano que as adaptações e recursos são definidos e o uso da tecnologia assistiva podem se fazer presente acelerando o acesso as informações e a aprendizagens.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Vídeos sobre Tecnologia

Vídeos sobre Tecnologias
Help Desk

O Help Desk na Idade Média; mostra- nós como o novo, o diferentes nos assustam; acabamos ficando com medo, inseguro e não explorando o objetos por não conhecer - ló. A ajuda neste caso, faz necessária, para enxergarmos que não é um bicho de sete cabeça. Já me senti várias vezes como aquele homem, uma analfabeta digital, e foi recebendo orientações aqui, e dicas ali, que hoje me sinto mais tranquila com as novas ferramentas tecnológicas. Já a geração do Rafinha, todos nasceram com a presença destas novas tecnologias, e eles, passaram a conviver com ela, tornando algo de fácil domínio. Tudo para eles, geram aprendizagens rápidas e apesar de não ficarem ligados em alguns meios de comunicações mais tradicionais, noticiários na tv e jornal, estão sempre antenados em tudo. A escola precisa atender essa nova geração de alfabetizados digitais, fornecendo recursos tecnológicos no desenvolvimento das aulas e também romper o ensino tradicional; por que a escola pode ter vários equipamentos tecnológicos e manter sua forma de ensino; apenas terá recursos diferentes e nada acontece. Os professores precisam se desarmarem  possibilitando uma aprendizagem de duas mãos, no qual, o professor ensina e também aprender com o aluno.
 
Vejam este vídeo, e terão prova que se os recursos tecnológicos não forem bem utilizados, tudo volta ao ensino tradicional....


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Sala de Recurso Multifuncional


Sala de Recurso Multifuncional 

As salas de Recursos Multifuncionais são espaços físicos disponibilizados dentro das escolas regulares de ensino Estadual ou Municipal.  Essas salas visam o atendimento dos alunos com deficiência no contra turno do seu período de aula.  Nestes espaços, encontram-se diferentes equipamentos, sendo específicos a cada deficiência, assim existem recursos desde jogos a equipamentos de tecnologia assistiva. As pessoas responsáveis para organização destes espaços são os professores da Educação Especial e gestores escolares.

Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, que envolve produtos, recursos, equipamentos e estratégias para a viabilização dos acessos necessários aos alunos com deficiência, dando condições aos mesmos, no domínio de suas aprendizagens.  Nas salas de Recursos Multifuncionais, os professores precisam ter formação na área da educação especial, assim os mesmos, viabilizam adaptações de recursos a serem utilizados nos atendimentos de seus alunos com deficiência.  Os equipamentos disponibilizados nas salas de recursos multifuncionais, não podem apenas serem utilizados neste espaço, e sim, transitarem entre sala de recursos e a sala de aula. 

Os alunos com deficiência, nestas salas de recursos multifuncionais podem enfrentar as barreiras que os impedem de avançar e também receberem incentivos e estímulos para mostrarem o que realmente sabem...

Bibliografia:

www.assitiva.com.br

Educação a distancia


Curso a distancia ou presencial como definir o que é melhor...

A minha experiência como aluna de curso on-line, tem sido tranquila, trazendo resultados significativos, no qual, sempre que posso faço minha escolha dando preferência a EAD. Nestes cursos, conseguir superar medos e enxergar possibilidades, antes nem pensada por mim por que me sentia leiga, quando o assunto envolvia tecnologia. Vivenciando essas situações de acesso on-line, observei que poderia complementar minha formação, sem achar que estaria fazendo um curso somente para o cumprimento de carga horária, ou até mesmo para adquirir certificados, assim, facilitando minha vida.  Nada disso, os cursos propiciaram discussões e reflexões importantes para meu crescimento profissional e pessoal. Não tinha parado para pensar, sobre a relação aluno e professor, aluno e aluno na EAD; com o texto refletir, que se o aluno não quiser ter contato com quem ensina, ou com qualquer outro aluno de sua turma, não tem; apenas cumpre suas tarefas e pronto. Realizar um curso on-line a distancia impossibilita o contato pessoal com outras pessoas, e isso, em alguns momentos faz a diferença entre o presencial e EAD. Ter o tratamento de dúvida e acalorar discussão pessoalmente sacia nossa inquietação rapidamente e também permite ver no olhar das outras pessoas o que realmente acreditam e fazem. Nas discussões em fórum e chats, tudo pode ser permitido e as discussões acontecem mais friamente e nem todos participam dando sua opinião. Lendo os textos, o autor coloca a importância de experimentarmos as duas situações e definirmos o que achamos melhor, mas alerta, que a mistura de ambos podem ser algo mais interessante e estimulante; por que não podemos perder nossas raízes educacionais de estarmos juntos, a tecnologia e uma ferramenta a nossa disposição que complementa nossas ações e até viabiliza o contato com diversas realidades, porém não pode nos isolar do contato humano. Nossas verdadeiras recordações e contatos pessoais que firmamos são construídos dessas relações pessoais e hoje também a distancia, conhecer a pessoa que nos ensina, faz muita diferença para quem aprende. Essa é minha primeira vez, fazendo um curso semipresencial e confesso que estou podendo avaliar as duas situações e chegando a conclusão, que conhecer o grupo, no qual, estarei juntos  por alguns momentos presencial e outros a distancia é bem mais satisfatório. Poder tirar dúvidas e solucionar problemáticas do grupo pessoalmente é com certeza fundamental, aprofundando realmente o estudo. Isso é um dos problemas que o curso EAD não dá conta, ter certeza das aprendizagens de seus alunos. As estratégias para superar possível dificuldade que surgirão no decorrer do curso, poderão ser discutidas e combinadas nos encontros presenciais.